A maior diferença é que você sempre tem que gostar do sexo quando está sendo paga por isso...

Lindas Garotas de Programa BH

Acompanhantes explicam a diferença entre sexo por amor e sexo por dinheiro

Eu gosto muito mais de fazer sexo com meus clientes mais velhos do que com meu namorado...

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1. Eu sou uma acompanhante com muitos clientes fixos (vejo o mesmo cara toda semana por meses). Então, como eu vejo sempre os mesmos homens, eu consigo desenvolver uma relação de negócio com eles, além da relação amorosa.

Eu diria que a maior diferença entre as duas é a dificuldade de ficar totalmente confortável perto da outra pessoa.

Com um desses homens com quem eu saio, por exemplo, quando dormíamos no mesmo quarto de hotel, eu espero ele dormir para tirar minha maquiagem e acordava antes dele para colocar de novo.

Isso porque eu conheço ele a poucos meses, e como ele está me pagando, eu quero ficar sempre bonita e maquiada.

Uma coisa que me impressiona é ver como os caras sempre são legais comigo. Nunca pediram para eu fazer nada que não me sentisse confortável e eu sempre sou tratada como uma rainha.

Até os homens que me encontram só por uma noite, apenas para sexo, tomam banho, se vestem e voltavam para conversar um pouco comigo. E ainda me dão algum presente além do pagamento. – Rafaella, 26 anos

Sexo por amor ou por dinheiroSexo por amor ou por dinheiro?

2. A maior diferença para mim é se eu consigo ou não relaxar. O meu namorado nunca tentaria me sufocar, nem tentaria comer minha bunda sem me avisar, ou me dar tapas que eu não estivesse esperando.

Já os homens que me pagam não se importam muito com isso. Eu fico tão tensa durante o programa que fico muito apertada. É muito desconfortável. Tem algumas posições que eu me recuso a fazer porque eu não quero ficar com hematomas na cintura e nem com a bunda toda vermelha.

É muito diferente com o meu namorado, ele me ama e eu me sinto muito segura. Eu posso, por exemplo, colocar minhas pernas nos ombros dele ou fechar os olhos enquanto fazemos sexo. – Scheilla, 27 anos

 

3. Eu fui garota de programa enquanto estava na faculdade e colocava anúncios na internet, mas também me relacionava com pessoas ricas porque gostava de ser paparicada.

Sexo sem intimidade nunca é completo, mas você consegue gostar do ato em si e da sensação de dever cumprido, acredite ou não.

Se você consegue clientes fixos dá pra criar mais intimidade porque eles viram meio que amigos. Agora com um homem rico, existe mesmo um sentimento, mesmo que ele só queira te usar. – Daniela, 24 anos

 

4. Tem muita coisa sobre isso que você não imagina, principalmente entender o pensamento dos homens ricos – não é apenas sobre pagar para ter sexo, também é sobre intimidade e se sentir próximo de alguém.

Tinha um homem rico de 35 anos que me sustentava quando eu tinha 26, e isso era bem parecido com um relacionamento tradicional. Nós íamos a encontros que não necessariamente terminavam em sexo (o sexo era parte da nossa relação, só não acontecia todas as vezes que nos encontrávamos) e eu ia a restaurantes caros e eventos que eu nunca poderia bancar.

Ele falava que tinha trabalhado muito duro para ter sucesso na sua área de trabalho. Esse tinha sido o seu foco durante a vida inteira, mas agora ele chegou em um ponto que não precisava mais se preocupar com dinheiro.

Ele trabalhava na área financeira e ganhava mais de cem mil reais por mês quando eu o conheci, sendo que ele já trabalhava no mesmo cargo a uns cinco anos. Ele disse que no início foi maravilhoso e que comprava tudo que sempre quis, como casas, carros e viagens.

Mas depois ele começou a se sentir solitário e não tinha mais nada material que ele já não tivesse comprado. O que ele queria era passar um tempo com alguém quando ele não estivesse trabalhando.

Ele virou aquele tipo de homem rico que sai com garotas mais novas e dão muitos presentes. Por isso, com ele era mais do que apenas sexo, eu era alguém que fazia parte da vida dele, mas a gente não se via todos os dias.

Ele não conseguia ter um relacionamento normal porque trabalhava muito e não conseguia se dedicar do jeito que queria. Por isso ele gostava de acompanhantes, mas era só uma de cada vez, com relacionamentos que duravam muito tempo e tinham muita intimidade. – Fabíola 30 anos

A diferença entre sexo por amor e sexo por dinheiroA diferença entre sexo por amor e sexo por dinheiro

5. Eu fui acompanhante de luxo e fiquei muito tempo com um homem que estava na faixa dos 50 anos. A melhor coisa no sexo com ele é que ele fazia eu me sentir muito especial.

Pessoas da minha idade agem meio desinteressadas e tentam não se apegar muito. Mas o sexo com ele era muito intenso e rápido, e eu sempre saía dali me sentindo desejada. Nunca me senti mal em fazer isso por dinheiro.

Ele não conseguia ficar em um relacionamento normal por causa das viagens que fazia a trabalho. Então quando ele estava nesse emprego, me perguntou se eu queria ser sua acompanhante para todas as viagens. Ele me pagaria muito bem para viajar com ele para todos esses lugares maravilhosos que ele ia no Brasil e no exterior.

Era a vida que eu sempre sonhei, mas quando ele me ofereceu eu não aceitei porque não podia abandonar toda a minha família, amigos e faculdade para viajar assim, de repente.

Ele sempre falava que dava muitas coisas para as pessoas que saíam com ele, mas que quase nunca recebia algo em troca. E não conseguia sair com amigos ou família sem que as pessoas ficassem perguntando de sua vida pessoal, o que deixava ele muito triste, sem poder contar com ninguém.

Na ultima vez que nos vimos então, ao invés do ritual de barzinho, restaurante e depois sexo, resolvi trazer tudo que precisava para fazer um jantar e uns drinks para ele, e passamos a noite em casa vendo televisão ao invés de sair. Eu tomei a iniciativa com o sexo, algo que nunca acontece com meus clientes, e no final dei um presentinho pessoal para ele.

Acho que essa relação com ele me fez reavaliar o que eu queria para minha vida e para o meu futuro. – Jéssica, 23 anos

 

6. Eu coloquei um anúncio em um site de acompanhantes para fazer uma pesquisa sobre um artigo que eu estava escrevendo. Eu estava escrevendo só que não conseguia mais continuar, e quando você é jovem e está sem dinheiro, a ideia de ser paga pelo “trabalho” que você faz geralmente de graça parece muito boa.

O primeiro homem com quem eu me encontrei não deu muito certo. Não tivemos muita química e o sexo foi bem sem graça. Já o segundo era poucos anos mais velho que eu e aquilo foi só pelo sexo mesmo. Parecia que ele ia me dar um dinheiro a mais depois do sexo, mas ele queria mais do que apenas sexo, e eu não quis.

Já o terceiro era bem mais velho que eu, não era feio, mas também nem tão atraente assim. E um pouco acima do peso, assim como todos os homens mais velhos. Eu estava bem apreensiva se seria como os anteriores, mas eu estava completamente errada.

Foi definitivamente o melhor sexo que eu tive na vida, com ele até me ensinando algumas coisas novas. Ficamos nos encontrando durante 3 anos até que veio a crise e ele não conseguiu mais me pagar.

Mas àquela altura eu já amava ele, não da maneira romântica, mas mesmo assim tinha muito carinho entre nós dois, e passávamos tanto tempo fazendo sexo quanto fazendo outras coisas, tipo, indo no cinema.

Eu só parei de ver ele quando encontrei meu atual marido. E foi assim que minha carreira acabou.

 

7. Eu sou uma garota que se exibe na webcam, mas tenho clientes também. E um dos meus clientes antigos me encontra uma ou duas vezes por semana para beber alguma coisa, jantar e depois fazer sexo.

Ele me paga pelo programa e continua me vendo na webcam, logo é muito bom para mim. Além disso ele é bem legal e eu gosto mesmo de passar tempo com ele.

Eu não me sinto inferior nem com vergonha pelas coisas que eu faço, o que surpreende algumas pessoas. Quando era mais nova eu saía com rapazes que me tratavam feito lixo e não tive nenhuma experiência boa, física ou emocionalmente, com eles.

Mas esse cara me ouve, ele é gentil, educado e uma das pessoas mais legais com quem eu já fiquei em toda a minha vida.

Sei que as pessoas que não estão nesse ramo são cheias de julgamentos e preconceitos sobre esses tipos de relacionamento, mas nada disso é verdade. Nós conseguimos o que queremos dessa relação e nos temos carinho e respeito um pelo outro, o que não é tão comum nas relações chamadas de tradicionais, onde o dinheiro não é o principal fator. – Anna, 22 anos

 

8. Eu já faço programa a muitos anos, na maioria das vezes como escort (que na verdade é um nome diferente para garota de programa, mas isso aumenta o que eu recebo).

Meus clientes são regulares e na maioria são homens mais velhos (pouquíssimas mulheres) e bem ricos. Eu gozo algumas vezes com eles e o sexo é até bom, mas não é sempre assim.

Não que o cliente perceba, até porque para eles é sempre o melhor sexo da vida. É muito mais sobre eu satisfazer as fantasias e dar prazer a eles, então o que eu penso ou sinto não importa muito.

Eu nunca recebo ninguém em casa, e não aceito encontro com menos de duas horas de antecedência, então nada é espontâneo ou não planejado. Nenhum cliente nunca me viu sem maquiagem e eu nunca durmo (dormir de verdade) com um cliente, e nunca saio da personagem pela qual eles estão pagando.

Essa é a maior diferença entre sexo por amor e por dinheiro. O cliente paga por uma experiência que já foi combinada antes e muito raramente foge disso.

Já com meu namorado é diferente porque ele vê uma versão sem filtros e mais real de mim. As vezes eu gozo, as vezes não. Nós sempre tentamos coisas diferentes e se não gostamos não repetimos.

Mas no fim do dia, na verdade tudo é só sexo. – Patrícia, 30 anos

Também existe prazer no sexo por dinheiroTambém existe prazer no sexo por dinheiro

9. A maior diferença é que você sempre tem que gostar do sexo quando está sendo paga por isso. Tipo, “Claro que é maravilhoso você lamber minha axila”. Não me entenda mal, eu realizo todo tipo de fantasias e ainda consigo gostar do sexo.

Antes de começar a ser garota de programa eu tive um namorado que nunca tinha feito oral em mim. Eu pedia mas ele sempre falava que aquilo não era a dele e tentava mudar de assunto. Antes de ser garota de programa nenhum dos caras com quem eu transava queriam me chupar.

Foi só quando virei acompanhante que tive homens me chupando e aquilo foi maravilhoso. Eu não tenho mais namorado e estou ok com isso. Eu penso que o sexo com a maioria dos meus clientes foi muito melhor do que com o meu ex. E eu ainda sou paga por isso! – Anônima, 28 anos

 

10. Isso vai parecer estranho, mas eu gosto muito mais de fazer sexo com meus clientes mais velhos do que com meu namorado.

Muitos dos meus clientes me querem porque se sentem solitários. Seus relacionamentos falharam e os filhos cresceram e saíram de casa. Então eles procuram acompanhantes não apenas para saciar seu desejo sexual, mas também para satisfazer a necessidade de carinho e intimidade.

Quando faço sexo com meus clientes, meu objetivo é fazer com que ele pense que eu estou apaixonada por ele (e também fazer ele gozar mais do que já tenha gozado em toda a vida). É bem mais gentil, tem muito mais beijo e envolvido, e eu tenho foco total nos desejos dele, mas eu também gozo quase sempre nesse tipo de situação.

As coisas são diferentes com clientes mais novos, já que eles querem mais sexo do que carinho. Quando estou com eles meu foco é muito mais em ser sexy do que atenciosa e amorosa. O sexo é mais selvagem e cheio de fantasias, mas eu nunca fiquei com alguém com um fetiche muito pesado, no máximo BDSM e anal. É muito interessante, mas eu nunca gozei nesse tipo de relação. Raramente tem aquele carinho pós-sexo, já que a maioria quer ficar sozinho. A maioria deles são bem dominadores na cama.

Sexo com meu namorado é muito mais pelo desejo mesmo, então é mais rápido e pesado. Ao invés de mostrar pra ele que eu realmente estou gostando, eu consigo focar mais em me dar prazer.

O mais surpreendente é que gozo muito mais com meus clientes mais velhos que com o meu namorado, então, ao contrário do que muitos pensam, realmente existe intimidade entre eu e meus clientes, eles querem que eu me sinta bem assim como eles querem se sentir bem.

Eles têm mais paciência e experiência do que os caras da minha idade, então mesmo que eu esteja menos atraída por eles, eles sabem exatamente o que fazer. Scheila, 25 anos

 

11. Já fui garota de webcam e era bem difícil gozar para os meus espectadores. Eu nunca fui boa naquilo. Meus joelhos doíam, minha internet travava e minha câmera era bem ruim. Mas eu tinha alguns regulares que queriam só conversar enquanto eu estava de biquíni. E é bem legal falar sobre você nesses momentos.

Como garota de programa é bem mais íntimo que isso. As pessoas se abrem mais e você tem que gostar realmente deles para que eles se sintam mais confortáveis. Eles não relaxam se eu sou fria com eles.

Mas é claro que também tem pessoas que só me chamam para transar. Mas a maioria está buscando alguém para elas, só não sabem nem quem e nem onde encontrar. Ou ainda tem problemas de autoconfiança e não conseguem fazer algumas coisas com sua parceria.

Para mim não é apenas “me dê seu dinheiro e faça o que você quiser por uma hora”, eu quero que você se sinta bem emocionalmente e fisicamente quando ficar comigo. Quero que você sinta prazer, quero me sentir desejada, e também quero fazer dinheiro! – Anônima, 24 anos

GAROTA BH, GAROTA LINDA

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